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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

PORTAS ABERTAS E FECHADAS - ESTUDOS BÍBLICOS




INTRODUÇÃO

O capítulo 5 de Marcos apresenta o triunfo da fé, enquanto o capítulo 6 registra a tragédia da incredulidade. O capítulo 5 de Marcos é um marco luminoso do poder de Jesus no meio da escuridão da miséria humana. Vemos nele o triunfo de Cristo sobre o diabo, a doença e a morte. Agora, no capítulo 6, vemos a incredulidade dos nazarenos, de Herodes e dos próprios discípulos.
Vamos considerar três situações: portas fechadas pela incredulidade, portas abertas pela proclamação do evangelho e portas fechadas pelo drama de uma consciência culpada.

I. PORTAS FECHADAS PELA INCREDULIDADE – v. 1-6

J. R. Thompson fala sobre quatro fatos dignos de nota com respeito à incredulidade do povo de Nazaré:
Em primeiro lugar, a inexcusabilidade da incredulidade. Nesse tempo Jesus já havia se manifestado plenamente ao mundo. Havia operado muitos milagres em Cafarnaum, há trinta quilômetros de Nazaré.
Em segundo lugar, a causa da incredulidade. O povo tornou-se incrédulo por causa da origem de Jesus. Viam-no apenas como o carpinteiro, filho de Maria, cujos irmãos e irmãs eles conheciam. Além do mais, Jesus não tinha estudado nas escolas rabínicas e eles não podiam explicar seu conhecimento nem seu poder.
Em terceiro lugar, a reprovação da incredulidade. Jesus disse que um profeta não tem honra em sua própria terra. Seus irmãos não creram nele. Sua cidade não creu nele. Os líderes religiosos não creram nele. A familiaridade em vez de gerar fé, produziu preconceito e incredulidade.
Em quarto lugar, a conseqüência da incredulidade. Jesus ficou admirado da incredulidade deles e ali não realizou milagres, em vez disso, deixou a cidade. Enfermos deixaram de ser curados e pecadores deixaram de ser perdoados por causa da incredulidade.
Vejamos alguns pontos de destaque neste texto:

1. Jesus oferece uma segunda chance à cidade de Nazaré

Jesus já havia sido expulso da sinagoga de Nazaré no começo do seu ministério (Lc 4.16-30). Naquela ocasião quiseram matá-lo, então, Jesus mudou-se para Cafarnaum. Agora, Jesus vai outra vez a Nazaré, dando ao povo uma nova oportunidade. Isso demonstra a misericórdia de Jesus, oferecendo ao povo uma nova oportunidade de arrependimento.
Ernesto Trenchard diz que Nazaré era o povo mais privilegiado do mundo, pois ali o Filho de Deus havia passado sua infância e juventude, vendo os nazarenos muito de perto “a glória de Deus na face de Cristo” (2 Co 4.6). Por trinta anos Jesus andou pelas ruas de Nazaré e o povo contemplou sua vida irrepreensível, mas quando anunciou-lhes o evangelho, eles rejeitaram tanto a mensagem como o mensageiro.

2. O perigo da familiaridade com o sagrado

A familiaridade com Jesus produziu preconceito e não fé. Nada é mais perigoso para a alma do que acostumar-se com o sagrado. Os nazarenos viram Jesus apenas como filho de Maria e como carpinteiro e não como o Filho de Deus. A origem e a profissão de Jesus foram obstáculos para os seus compatrícios. William Barclay diz que às vezes estamos demasiadamente próximo das pessoas para ver sua grandeza. Eles pensaram que o conheciam, mas seus olhos estavam cegos pela incredulidade. Egidio Gioia diz que na religião a familiaridade gera o desprezo por causa da inveja.

3. O perigo do conhecimento divorciado da fé

O povo de Nazaré reconhecia que Jesus fazia coisas extraordinárias e tinha uma sabedoria sobre-humana. Eles fizeram três perguntas: donde vem a ele estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe é dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Eles tinham a cabeça cheia de perguntas e o coração vazio de fé. Porque eles não puderam explicá-lo, eles o rejeitaram. Eles levantaram muros para se defenderem do Espírito Santo. O contraste entre o humilde carpinteiro e o profeta sobrenatural foi muito grande para eles compreenderem. Então eles escolheram a descrença, uma escolha que deixou Jesus admirado (6.6).
Jesus foi rejeitado também pelos seus parentes e membros da sua própria casa. Sua família chegou a pensar que ele estava fora de si (3.21) e seus irmãos não creram nele até sua ressurreição (Jo 7.5; At 1.14).

4. A incredulidade fecha as portas da oportunidade para Nazaré

Jesus não permaneceu em Nazaré. Ele foi adiante. Ele não insistiu em arrombar a porta. Nazaré perdeu o tempo da sua oportunidade. Realizar milagres em Nazaré poderia não ter nenhum valor porque o povo não aceitou sua mensagem nem creu que ele vinha de Deus. Portanto, Jesus seguiu adiante, procurando aqueles que pudessem responder aos seus milagres e à sua mensagem. Jesus deixou Nazaré pela segunda vez, e não há menção de que tenha voltado lá. A maioria das pessoas pensa quem tem ilimitadas oportunidades para crer, mas geralmente não há essa possibilidade.

5. A incredulidade de Nazaré fecha as portas para os milagres de Jesus

Quão terrivelmente desastroso é o pecado da incredulidade. A incredulidade rouba do povo as maiores bênçãos. Jesus não pôde fazer em Nazaré muitos milagres, antes ficou admirado por causa da sua incredulidade. O que significa este “Jesus não pôde”? Ele não podia querer, nestas circunstâncias. Ele também não devia. Pois onde se rejeita o doador, a dádiva é sem sentido, talvez até prejudicial. Jesus não devia, e por isso também não queria. Neste sentido não podia. Como um princípio geral o poder segue a fé. Na maioria das vezes Jesus operou maravilhas em resposta e em cooperação com a fé.
Certamente isso não significa limitação do poder de Jesus, pois nada nem ninguém pode limitá-lo, mas implica que Jesus não estava disposto a fazer milagres onde as pessoas o rejeitavam por preconceito e incredulidade. Cranfield diz que na ausência da fé ele não poderia fazer obras poderosas, segundo o propósito de seu ministério, pois operar milagres onde a fé está ausente, na maioria dos casos, seria meramente agravar a culpa dos homens e endurecer seus corações contra Deus.
A incredulidade foi o mais velho pecado no mundo. Ela começou no Jardim do Éden, onde Eva creu nas promessas do diabo, em vez de crer na Palavra de Deus. A incredulidade traz morte ao mundo. A incredulidade manteve Israel afastado da terra prometida por quarenta anos. A incredulidade é o pecado que especialmente enche o inferno. “Quem não crer será condenado” (16.16). A incredulidade é o mais tolo e inconseqüente dos pecados, pois leva as pessoas a recusarem a mais clara evidência, a fechar os olhos ao mais límpido testemunho, e ainda crer em mentiras. Pior de tudo, a incredulidade é o pecado mais comum no mundo. Milhões são culpados desse pecado por todos os lados.

II. PORTAS ABERTAS PARA A SALVAÇÃO

1. Jesus amplia o ministério comissionando os apóstolos

Jesus não chamou os apóstolos apenas para estarem com ele, mas também para enviá-los a pregar e a expelir demônios (Mc 3.14-21). Agora, que já estão treinados, eles são enviados. Eles estão indo em nome de Jesus, com a autoridade de Jesus, levando a mensagem de Jesus, como uma extensão da sua própria missão. Quem receber um desses mensageiros recebe a Jesus (Mt 10.40).

2. Jesus deu aos apóstolos a mensagem

Quando os apóstolos saíram a pregar aos homens, não criaram a mensagem: levaram a mensagem. Não levaram aos homens suas opiniões, mas a verdade de Deus. Os apóstolos focaram a missão em três áreas distintas:
Em primeiro lugar, eles pregaram arrependimento. A mensagem do evangelho começa com o arrependimento. Arrepender-se significa mudar de mente e logo adaptar a ação a essa mudança. O arrependimento não é lamentar-se sentimentalmente; é algo revolucionário; por isso são tão poucos os que se arrependem. Devemos chamar as pessoas ao arrependimento se queremos seguir as pegadas dos apóstolos. Nada menos do que isso deve ser exigido. E impossível alguém entrar no Reino dos Céus sem passar pela porta do arrependimento. John Charles Ryle diz que não há pessoas impenitentes no Reino dos Céus. Todos os que entram lá sentem, choram e lamentam a sua triste condição espiritual.
Em segundo lugar, eles curaram os enfermos ungindo-os com óleo. Os apóstolos pregaram aos ouvidos e aos olhos. Falaram e fizeram. Proclamaram e demonstraram. Eles tinham palavra e poder. A salvação é uma bênção que se estende ao homem integral, corpo e alma. Os apóstolos ungiam os enfermos com óleo. O óleo tinha uma tríplice aplicação: era cosmético, remédio e símbolo espiritual. William Hendriksen entende que os discípulos usaram o óleo aqui não como remédio ou cosmético, mas como símbolo da presença, da graça e do poder do Espírito Santo. Nessa mesma linha de pensamento R. A. Cole diz que o óleo é um símbolo bíblico da presença do Espírito Santo, e, assim, a própria unção é uma “parábola encenada” da cura divina. Lenski é da mesma opinião e diz: “As curas sempre foram milagrosas e instantâneas – o óleo de oliva nunca opera dessa maneira”.
Em terceiro lugar, eles expulsaram demônios. A libertação faz parte do evangelho. O Messias veio para libertar os cativos. Ele se manifestou para libertar os oprimidos do diabo e desfazer suas obras. O reinado de Deus não estava penetrando num vácuo de poder. Adolf Pohl diz que todo missionário que quer “conquistar” pessoas para Deus precisa dominar o “espaço aéreo” sobre a fortaleza (Ef 6.12; Rm 15.19; 2 Co 10.4-6).

3. Jesus deu aos apóstolos a metodologia

As atitudes e ações dos apóstolos deviam reforçar a mensagem que eles iriam proclamar. Jesus ensinou alguns aspectos metodológicos importantes:
Em primeiro lugar, os apóstolos foram enviados de dois a dois. Isso fala de mútua cooperação, mútuo encorajamento, mútuo ensino e também de credibilidade do testemunho. A bíblia ensina que é melhor serem dois do que um (Ec 4.9) e é pelo testemunho de duas pessoas que toda causa se resolve (Dt 17.6; 19.15; 2 Co 13.1).
Em segundo lugar, os apóstolos deveriam confiar no provedor e não na provisão. Eles não deveriam levar túnica extra, alforje nem dinheiro. Deviam confiar na provisão divina enquanto faziam a obra. Jesus estava lhes mostrando que o trabalhador é digno do seu trabalho. Jesus queria que eles fossem adequadamente supridos, mas não ao ponto de cessarem de viver pela fé. Jesus alerta sobre o perigo da ostentação. Os mensageiros não deviam ser temidos nem invejados. Eles não deviam fazer da obra de Deus uma fonte de lucro.
Em terceiro lugar, os apóstolos deveriam ser sensíveis à cultura do povo. Deviam comer o que se colocava na mesa e não deviam ficar mudando de casa, enquanto permanecia numa cidade. A hospitalidade era um dever sagrado no Oriente. Da hospitalidade faziam parte a saudação, levar os pés, oferecer comida, proteger e acompanhar na despedida. Os pregadores não podem violentar a cultura do povo ao pregar a eles a Palavra de Deus. O evangelho deve ser anunciado dentro do contexto cultural de cada povo.

4. Jesus ensinou que se devem aproveitar as portas abertas e não forçar as portas fechadas

Onde houvesse rejeição, os apóstolos não deveriam permanecer, ao contrário, deviam seguir adiante. Era preciso buscar portas abertas. Paulo orou por portas abertas e onde elas se abriam permanecia pregando, mas onde elas se fechavam, ele ia adiante. O critério do investimento era o vislumbre de portas abertas.

5. Jesus alertou sobre o perigo de rejeitar o evangelho

Os apóstolos deveriam sacudir o pó de suas sandálias e considerar aquele território pagão. William Hendriksen diz que o que Jesus está dizendo, nesse texto, é que qualquer lugar, quer seja uma casa, vila, cidade ou vilarejo, que recuse aceitar o evangelho, deve ser considerado impuro, como se fosse um solo pagão. Não há salvação fora do evangelho. Não há salvação, onde a Palavra de Deus é rejeitada.

III. PORTAS FECHADAS COM AS PRÓPRIAS MÃOS

A família herodiana tem uma passagem sombria pela história. Era uma família cheia de mentiras, assassinatos, traições e adultério. Herodes, o grande foi um monarca insano, desconfiado e inseguro. Ele casou-se dez vezes, matou esposas e filhos. Mandou matar as crianças de Belém, pensando com isso, eliminar o infante Jesus, rei dos judeus.
Herodes Antipas era o filho mais novo de Herodes, o grande (Mt 2.1). Ele era chamado de rei,
mesmo que o seu título oficial era “tetrarca” (Lc 3.19), o governador de uma quarta parte da nação. Quando Herodes, o grande morreu, os romanos dividiram seu território entre seus três filhos; e Antipas foi feito tetrarca da Peréia e Galiléia, aos dezesseis anos, de 4.a.C. até 39 d.C.

1. Herodes, um homem perturbado

Herodes temia João Batista vivo, mas agora, o teme ainda mais morto. Sua consciência está atormentada e ele não sabe como livrar-se dela. Ninguém pode evitar viver consigo mesmo; e quando o ser interior torna-se o acusador, a vida torna-se insuportável. Herodes, em vez de arrepender-se, endurece ainda mais seu coração. Adolf Pohl diz que nada é mais perigoso que uma consciência pesada sem arrependimento. Herodes está vivendo o conflito entre a consciência e a paixão.
Dois aguilhões feriam a consciência de Herodes, o assassinato de João Batista e o medo de haver ele ressuscitado. João Batista havia se interposto no caminho do pecado de Herodes. Este para agradar sua mulher e acalmar sua consciência colocou João na prisão e depois mandou decapitá-lo. Herodias temia o povo, Herodes temia a João, mas este não temia nem a um nem a outro.

2. Herodes, o homem supersticioso

Herodes pensa que Jesus é João Batista que ressuscitou para perturbá-lo. Ele está tão confuso acerca de Jesus quanto a multidão da Galiléia. Sua crença está desfocada. Sua teologia é mística e supersticiosa. E uma teologia cheia de superstição traz tormento e não libertação.
A superstição é uma fé baseada em sentimentos e opiniões. Não emana da Escritura. Ela varia de acordo com o momento. Ela não oferece segurança nem paz.

3. Herodes, o homem adúltero

Herodes Antipas era casado com uma filha do rei Aretas, rei de Damasco. Divorciou-se dela para casar-se com Herodias, mulher de seu irmão Filipe. Herodias era cunhada e sobrinha de Herodes. Era filha de Aristóbulo, seu meio-irmão. Ao casar-se com Herodias, Herodes cometeu pecado de adultério e incesto, violando assim a moral e a decência (Lv 18.16,20,21). O casamento do rei foi duramente condenado por João Batista. Ele não era um profeta da conveniência, mas voz de Deus quer no deserto quer no palácio. Estava pronto a ser preso e a morrer, não a calar sua voz.

4. Herodes, o homem conflituoso.

Herodes teme João, gosta ouvi-lo, respeita-o, mas prende-o. A voz de Herodias falava mais alto que a voz da sua consciência. Ele não foi corajoso o suficiente para obedecer à palavra de João, mas agora se sente escravo da sua própria palavra e manda matar um homem inocente. Não basta admirar e gostar de ouvir grandes pregadores. Herodes fez isso, mas pereceu. Herodes e Herodias estavam tão determinados a continuar na prática do pecado que taparam os ouvidos à voz da consciência e mais tarde silenciaram o profeta, mandando degolá-lo. Herodes silenciou João, mas não conseguiu silenciar sua própria consciência culpada.

5. Herodes, o homem fanfarrão.

Herodes festeja com seus convivas e se embebeda. Warren Wiersbe diz que as festas reais eram extravagantes tanto na demonstração de riqueza quanto na provisão de prazeres. Homens, mulheres, luxo, mundanismo, bebidas, músicas profanas e danças, pecados e Satanás com seus emissários… Tudo estava presente, menos o temor de Deus. E é o que ainda hoje tristemente contemplamos na sociedade mundana, sem Deus, transviada e perdida.
Herodes fez promessas irrefletidas à filha de Herodias, a quem Josefo chama de Salomé e para manter sua palavra manda decapitar o homem a quem respeitava e temia. Herodes era um homem que agia por impulsos e falava antes de pensar.
Sua festa de aniversário tornou-se numa festa macabra. O bolo de aniversário não veio coberto de
velas, mas coberto de sangue com a cabeça do maior homem dentre os nascidos de mulher, o precursor do Messias. Faltou-lhe coragem moral para temer a Deus em vez de temer quebrar os seus votos insensatos, a pedido de uma mulher vingativa e de convivas fúteis.

6. Herodes, o homem que fecha as portas da graça com suas próprias mãos

Herodes viveu no pecado. Não ouviu o profeta, prendeu o profeta, matou o profeta e endureceu ainda mais o coração. Jesus o chamou de raposa. Jesus esteve com ele face a face, mas ele zombou de Jesus. Foi exilado e morreu na escuridão em que sempre viveu. No ano 39 d.C., Herodes Agripa (At 12.1), seu sobrinho, o denunciou ao imperador romano Calígula, e ele foi deposto e banido para um exílio perpétuo em Lyon, na Gália, onde morreu.

CONCLUSÃO

O pecado não compensa. O prazer do pecado produz tormento eterno. Mas, o sofrimento por causa de Cristo não ficará sem recompensa no tempo e na eternidade. Herodes estava no trono e João na prisão. Hoje,o nome de Herodes está coberto de poeira e opróbrio, mas o nome de Jão Batista ainda inspira milhões de corações.
John Charles Ryle diz que fatos como esses, relembram-nos que as melhores coisas do verdadeiro cristão ainda estão por vir. Seu descanso, sua coroa, sua recompensa estão todos do outro lado da sepultura. Aqui neste mundo nós andamos por fé e não por vista. Aqui semeamos, trabalhamos, lutamos e sofremos perseguições. Mas esta vida não é tudo. Haverá uma recompensa. Há uma gloriosa colheita por vir. Há um descanso para o povo de Deus. O que nem um olho viu nem ouvido ouviu é que Deus preparou para aqueles que o amam.

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


A ARQUEOLOGIA E A BÍBLIA - 09-08-2012

Lixo que fala

Se você quisesse saber tudo a respeito de seu novo vizinho, qual seria o melhor meio? Conversar com ele ou... revirar seu lixo? Bem, pode não ser nada educado, mas analisar o lixo de alguém, durante algum tempo, pode ser a melhor opção!

No saco de lixo de cada dia você encontraria restos de comida; envelopes rasgados mostrando o remetente; embalagens de remédios; louças quebradas; roupas e sapatos velhos; pedaços de papel rabiscado; frascos vazios; extratos bancários; cartas; contas; e uma infinidade de outras coisas – até nojentas – mas muito, muito reveladoras!

Com esse lixo, um pouco de inteligência e um bom laboratório, imagine quanta informação você poderia obter! Você poderia saber quantas pessoas moram na casa; o sexo e a idade aproximada de cada uma delas; seus hábitos alimentares; se alguém está doente e de qual doença está sofrendo; sua condição econômica; o time para o qual torcem; suas preferências políticas; e até sua religião.

Foi assim que espiões já obtiveram muitas informações importantes no passado recente. E, de certo modo, é exatamente assim que nós, arqueólogos, obtemos informações sobre os povos que viveram na Antiguidade, há milhares e milhares de anos.

Arqueologia é a ciência que busca conhecer o passado estudando os restos materiais deixados pelas antigas civilizações: ruínas soterradas de cidades, templos, palácios, casas, sepulturas, utensílios, adornos, cacos de cerâmica, fossas, cisternas, sementes, ossos, inscrições, etc.

Por isso, a Arqueologia tem sido muito útil para se estudar os lugares, os povos e as pessoas mencionados na Bíblia. Embora eles tenham existido num passado bastante remoto, ainda hoje podemos encontrar seu “lixo”, isto é, seus remanescentes materiais. A Arqueologia, portanto, nos ajuda a perceber que aquelas pessoas existiram de fato e, ainda mais importante, nos ajuda a entender seu modo de vida, seus costumes e suas crenças. Em suma, a Arqueologia é uma importante ferramenta para que possamos compreender melhor a Bíblia.

domingo, 5 de agosto de 2012

NO CORAÇÃO DO DEUS ETERNO, NASCEU O ETERNA MORADA


 
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O MINISTÉRIO DE LOUVOR ETERNA MORADA, é um sonho nosso colocado no nosso coração por Deus, que ELE mesmo no tempo devido realizou. Criado no coração de Deus, foi iniciado por nós no mês de junho|2010, inicialmente por mim(Valmir), meu filho(Fabiano), e meu genro(Roberto>Djavan) e hoje é composto por doze membros enviados por Deus, para louvar,glorificar e exaltar o SEU Santo Nome, no ritmo do Samba Gospel. Hoje, com apenas dois anos de existência, o SENHOR já nos honrou com dois CDs de trabalho de demonstração independente, e várias incurssões em igrejas e via pública, cumprindo o seu "IDE POR TODO O MUNDO, E PREGAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA.'' ( Mc 16:15), e estamos já trabalhando para um terceiro CD com músicas inéditas,de exclusiva composição nossa,inspirada por DEUS, levando assim a palavra de Deus através do canto de louvor, renovando e ganhando almas para o Reino dos Céus, para a ETERNA MORADA com DEUS. Ver mais

OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO

Foto: ...Olhai para os lírios do campo, como crescem;... contudo vos digo que nem mesmo  Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Mt 6:28,29Foto: ...Olhai para os lírios do campo, como crescem;... contudo vos digo que nem mesmo  Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Mt 6:28,29...Olhai para os lírios do campo, como crescem;... contudo vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Mt 6:28,29 Foto: ...Olhai para os lírios do campo, como crescem;... contudo vos digo que nem mesmo  Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Mt 6:28,29
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quarta-feira, 30 de maio de 2012

A NECESSIDADE DE ENTENDER E VIVER O EVANGELHO - LENDO A BÍBLIA.

Há muitos desafios externos e internos diante da Igreja Evangélica no Brasil,e para superá-los é mister uma volta urgente à palavra de Deus. Sem sólida fundamentação bíblica e teológica a Igreja dificilmente  conseguirá confrontar e vencer os vários e perniciosos pressupostos dos movimentos filosófico-teológicos, ou suas crises e distorções internas, também caracterizadas pela corrupção na motivação pessoal e ministerial de determinados líderes evangélicos que, em nome da expansão numérica de sua membresia, deturpam os textos sagrados para ancorar suas pregações e práxis espúrias, atrair o povo, mantê-lo cativo e se apropriar de seus recursos. Não há dúvida de que a Igreja precisa de urgente retorno ao conhecimento e prática do Livro de Deus!

Tais desafios jamais serão superados se a Igreja não se voltar à reflexão bíblico-teológico-prática. Enquanto a mesma não estiver totalmente vinculada à Bíblia sofrerá as influências danosas de seu eixo contextual. Evidentemente o retorno proposto vai além de se ter uma Bíblia em casa; ter a Bíblia e não lê-la, embora erro grave, constitui-se prática corriqueira entre os evangélicos brasileiros!

Uma parte considerável da Igreja Evangélica no Brasil, peca simplesmente porque negligencia a leitura da Bíblia. Outra parte, por sua vez, repete erro similar por não praticá-la assiduamente. É pecado ter a Bíblia e não conhecê-la, tendo as condições para estudá-la. Mas também é pecado crasso ter suficiente conhecimento bíblico-teológico e não viver de acordo com o mesmo. É evidente que há um peso no comportamento escandaloso de quem ainda não conhece a Palavra de Deus. Há, todavia, outro maior ainda quando se trata de alguém que já teve a oportunidade de conhecer as Sagradas Escrituras e vive como se elas não tivessem importância alguma!

Assim, o aprofundar-se no conhecimento da palavra de Deus, através da Hermenêutica Bíblica, deve desembocar na ação, não apenas na erudição! Terá pouco proveito o ser humano conhecer as doutrinas bíblicas e ignorá-las!  Será praticamente inútil estar a par da pessoa e obra de Deus e não amá-Lo e nem servi-Lo! Não basta conhecer a pessoa e obra de JESUS CRISTO e não confessá-lo como SENHOR E SALVADOR! Terá valor ínfimo saber quem é o Espírito Santo e não permitir que Ele transforme-o num adorador, num proclamador, num edificador, num agente de transformação social!

Deus, diz Tiago, não está interessado em meros ouvintes; os tais enganam-se a si mesmos; deseja, sim, que cada crente tenha o cuidado de atender à lei perfeita e executar a obra, pois, doravante, será bem aventurado(feliz) no que realizar (Tg 1.22-25).

sexta-feira, 25 de maio de 2012



MINISTÉRIO DE LOUVOR ETERNA MORADA - SAMBA GOSPEL - MANAUS - CELEBRA ZONA LESTE 2011.


MINISTÉRIO DE LOUVOR ETERNA MORADA - NO CELEBRA ZONA LESTE 2011. SAMBA GOSPEL - MANAUS.  LOUVANDO AO SENHOR COM A CANTORA IZANI FREITAS.



MINISTÈRIO  DE LOUVOR ETERNA MORADA - SAMBA GOSPEL

quinta-feira, 24 de maio de 2012

PRIMEIRA APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO MINISTÉRIO DE LOUVOR ETERNA MORADA, LOUVANDO AO SENHOR NOSSO DEUS NO ANIVERSÁRIO DO PASTOR FRANCO.   SAMBA GOSPEL NO BALNEÁRIO - 17 DE JULHO DE 2010.
FABIANO - CAVACO.  LÉO - TECLADO E MÁRCIO - BATERIA. NO ESTÚDIO DO MASTRO ZEZINHO, GRVANDO O NOSSO SEGUNDO CD INDEPENDENTE, DE DEMONSTRAÇÃO.  MAIO|2012.

No Coração do DEUS ETERNO Nasceu o ETERNA MORADA

O MINISTÉRIO DE LOUVOR ETERNA MORADA, é um sonho nosso colocado no nosso coração por Deus, que ELE mesmo no tempo devido realizou. Criado no coração de Deus, foi iniciado por nós no mês de junho|2010, inicialmente por mim, meu filho e meu genro, e hoje é composto por dez membros enviados por Deus, para louvar,glorificar e exaltar o SEU santo nome. Hoje, com apenas dois anos de existência, o SENHOR já nos honrou com dois CDs de trabalho de demonstração independente, e várias incurssões em igrejas e via pública, e estamos já trabalhando para um terceiro CD com músicas inéditas,de exclusiva composição nossa,inspirada por DEUS, levando assim a palavra de Deus através do canto de louvor, renovando e ganhando almas para o Reino dos Céus, para a ETERNA MORADA com DEUS. Ver mais
M.L.ETERNA MORADA- Louvando a Deus no MINISTÉRIO MIMIV DA Pastora AMANDA. Louvor no rítmo do Samba Gospel.
SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por mu...itos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. E nós dissemos: 'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.

Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também ''Crê'' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.
Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.
Não é verdade?
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...
'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas'.
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